balavra ⸻

A paixão pela escrita poética surge assim que conheço os primeiros poetas. Muitos foram os textos escritos e perdidos em gavetas das várias casas por onde morei, mas também pelos computadores, discos externos, e telemóveis com que trabalhei. Ainda há muitos cadernos sobreviventes por explorar, mas existem já alguns textos partilhados.

Em 2021, surge a página Balavra no instagram, como primeira tentativa de partilha publica dos textos que escrevia na época. Mantendo-me no anonimato e não partilhando esta autoria nem com os mais próximos. Só em 2026 é que os primeiros textos começam a ser partilhados nas noites de poesia no emblemático pub portuense Pinguim.

A Balavra ganhou mais força, e prepara-se para ganhar uma estrutura física, mais real.

 

Para descrever a sua essência, em 2024, escrevi assim:

Sou Balavra
Sou feita de palavras engasgadas
Sons de textos que me ecoam desde o acordar
Sou feita de poesias estragadas, ora reparadas
Textos bonitos, ora desmesurados
Só porque quero mostrar amor pela tristeza
Quero ser triste pela beleza
Para que fique só entre nós
Só entre nós e as balavras
e que no resto do tempo possas ser só a sorrir

Sou Balavra
E quero que estas balas te aqueçam a alma
te transmitam a emoção
sejam tristeza bonita
mas nunca estraguem
esse teu lado mais bonito do coração

Estando numa fase de revisão e preparação, as partilhas nas redes sociais são menores, mas o fervor pela escrita, as verdadeiras balavras, agora já com autoria assumida, continuam a surgir.

 

Ver mais aqui

Privacy Preference Center