Cresci a experimentar: desporto, comunidade, grupos onde pudesse ver o mundo por ângulos diferentes. A adolescência trouxe as perguntas mais sérias, a melancolia própria de quem começa a pensar sobre si, e delas ficou o hábito de olhar mais fundo antes de responder. Fora dos projetos e dos títulos, sou alguém que nunca deixou de ser curiosa, que precisa muito de sentir, criar e pertencer.


